31 de jul. de 2009

Motociclista

Os motociclistas defendem suas eternas companheiras em qualquer situação. Para a maioria, a moto é símbolo de liberdade e aventura, além de mais prática e de fácil utilização.

No Brasil, é cada vez maior o número de pessoas que preferem a motocicleta ao veículo motorizado de quatro rodas. Também cresce o número de pessoas que utilizam as motocicletas como instrumento de trabalho: são os "motoboys" ou "mototaxistas", motociclistas entregadores e outros.

Seja qual for a finalidade do uso das motocicletas, lazer ou trabalho, os condutores têm regras a seguir. O cumprimento destas regras pode ajudar a reverter o alto índice de acidentes no país envolvendo motociclistas.

Algumas regras e cuidados para os Motociclistas:
- Ser habilitado na categoria AB.
- Usar sempre capacete de segurança.
- Não "costurar" o trânsito entre veículos em movimento.
- Praticar a direção defensiva. Manter-se afastado dos outros carros e pilotar prevendo as ações dos outros.
- Não transportar crianças menores de sete anos ou que não tenham condições de cuidar da própria segurança.
- Mesmo durante o dia, circular de farol aceso.
- Vestir-se com roupas claras ou usar faixas refletivas nas costas, frente e braços da jaqueta.
- Ter muita atenção em manchas de óleo, poças d'água, buracos, etc...
- Ter cuidado com os cruzamentos: sempre parar e olhar antes de passar.
Ocupar adequadamente seu espaço nas ruas e nunca dividir a mesma faixa com outros veículos.
- Saber usar os freios com habilidade, ou seja, sempre os dois ao mesmo tempo e usando os quatro dedos na hora da frear. É bom lembrar que além de ajudar a parar, o freio traseiro mantém o equilíbrio da moto.
Fonte: UFGNet, Solei - recebido por e-mail
Foto : Internet

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29 de jul. de 2009

O início de uma paixão...

Todos nós devemos muito a esse cidadão chamado Gottlieb Daimler, que viveu entre os anos de 1834 e 1890 e... Inventou a motocicleta!

Em 29 de agosto de 1885, Gottlieb Daimler obtém patente para seu veículo motorizado de duas rodas.O que no início simbolizou progresso tecnológico passou mais tarde a ser identificado como liberdade para homens destemidos.

A criação de Daimler era uma construção tosca de madeira, com duas rodinhas laterais de apoio para evitar que o veículo tombasse.

Para o inventor, seu protótipo não passava de apenas um passo na revolução tecnológica e por isto, jamais utilizou ele próprio o aparelho.
Apesar disto, ao contrário do pesado motor de quatro tempos desenvolvido por Nikolaus Otto, a invenção de Daimler era uma obra-prima: rápida, leve e alimentada a gasolina, em vez do gás como era comum até então.

Seu "cavalo motorizado" atingia velocidade de 8 km/h e resistiu bravamente ao teste de três quilômetros entre Cannstatt e Untertürkheim (Alemanha).
O veículo não ganhou adeptos rapidamente. Somente na alta sociedade francesa, via-se como chique possuir tal engenho. Na Alemanha, a produção em massa só começou próximo à virada do século. Em 1897, a empresa Hildebrandt und Wolfmüller de Munique, tomou a iniciativa de patentear a expressão "motocicleta".

Fábricas para produzir o novo meio de transporte pipocavam por todos os lados, principalmente voltadas à exportação, pois os alemães preferiam fazer piada daquela viatura fedorenta e que dava estalos.
Dizia-se nas ruas que o motorista poderia até mesmo cair duro, intoxicado, se abrisse a boca ao andar muito devagar.Americanos e ingleses pensaram mais longe. Na Primeira Guerra Mundial, as Forças Armadas britânicas chegaram a dispor de 50 mil máquinas das marcas Douglas e Triumph, enquanto os EUA equiparam suas tropas com 10 mil Harley Davidson e Indians.
Já na terra do invento, os alemães dispunham de apenas 5 mil motocicletas. Só depois do conflito mundial é que os ventos mudaram na Alemanha.A BMW criou a R32, um modelo com 8,5 cavalos-vapor capaz de atingir 92 km/h. A R32 era tida como segura e até mesmo algo esportiva.Os anos seguintes à Segunda Guerra foram de ouro para as motocicletas. Elas tinham preço mais em conta, acessível também para as camadas sociais menos privilegiadas. Em 1956 uma NSU MAX custava quase 2 mil marcos, tinha 17 HP e alcançava 126 km/h.Um Fusca não saía por menos de 4 mil marcos, com 30 HP e velocidade máxima de 120 km/h. Naquela época um operário podia ficar feliz se ganhasse 105 marcos por semana.O sucesso das motos fez florescer a indústria alemã. DKW, Adler, Tornax, Horex und Zündap, Maiko e Kreidler igualmente lançaram modelos no mercado.
A elas somavam-se as importadas: Harley Davidson e Indians, dos Estados Unidos, Norton e Triumph, da Inglaterra, e as esportivas Motor Guzzi, Gilera e Benelli, da Itália.Com o milagre econômico alemão, no entanto, cada vez mais pessoas foram adquirindo automóveis, bem mais confortáveis, e as vendas de motocicletas caíram. Apenas quando os japoneses entraram no setor é que houve reversão no cenário. Eles mudaram a imagem do produto e a estratégia de vendas. A começar por Soishiro Honda.O empresário japonês apresentava suas motos aos consumidores americanos como as mais bonitas para hobby e aventuras, vendendo a sensação de liberdade sobre duas rodas. "You meet the nicest people on a Honda" (Você encontra as pessoas mais legais numa Honda), dizia o slogan publicitário. O público mordeu a isca e as motocicletas passaram a ser tratadas como uma alternativa de lazer cara e, portanto elitista. Carro, qualquer um poderia ter.Nos anos 70, o filme "Easy Rider – Sem destino" contribuiu ainda mais para fixar esta imagem. Andar e viajar de motocicleta virara um ato cult, sinônimo de ruptura, rebeldia e prazer.
Os Beach Boys cantavam Good Vibrations e pelo mundo todo os motociclistas se divertiam com o ditado: "Não sei para onde vou, mas quero chegar lá bem rápido."Hoje, motocicleta é um hobby com muitos adeptos. Os fãs do invento de Daimler têm à disposição os mais variados modelos: desde máquinas de dois tempos dignas de um grand prix às confortáveis soft choppers, apropriadas para estradas asfaltadas; das motos de enduro e cross às lambretas e scooters com motor de quatro tempos, pára-brisa e pequenos "bagageiros".
Como Gottlieb Daimler havia previsto:
"Será algo indescritível, gostoso, possuir um veículo motorizado, que desenvolva uma velocidade compatível e apta para transportar ao menos uma pessoa, e que possa percorrer livre as estradas."

Nem imaginava ele o quanto estava correto ao dizer essas sábias palavras..
Parabéns pela nossa semana..

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27 de jul. de 2009

Dia do Motociclista

Muitas pessoas ainda se confundem ao utilizar o termo motoqueiro para um motociclista.
Pode não parecer mais a diferença é muito grande.
O termo "motociclista" se enquadra a todas as pessoas que andam de moto e respeitam todos os aspectos e exigências da legislação de transito, estimulam e orientam quanto ao uso correto da motocicleta, enquanto motoqueiros fazem totalmente o inverso disso.
Geralmente, a paixão dos motociclistas por suas motos é grande e cuidar de suas "máquinas" sempre lhes dá prazer.
Também é hábito dos motociclistas se reunirem para passeios, viagens, ações filantrópicas ou simplesmente um churrasquinho.
Hoje é o DIA DO MOTOCICLISTA..
Parabéns a todos os motociclistas e que continuem rodando com suas máquinas, sempre com responsabilidade, respeito e camaradagem.
É o que nós desejamos a todos os motociclistas e amigos que por aqui passam.

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24 de jul. de 2009

A vida é agora !!

A gente se acostuma a medir a vida em dias, meses, anos…
Mas, será que é mesmo o tempo que mede a nossa vida?
Ou a gente devia contar a vida pelo número de sorrisos?
De abraços? De conquistas? Amores?
E, porque não fracassos também?
Por que ao invés de dizer tenho tantos anos, a gente não diz: tenho três amigos, oito paixões, quatro tristezas, três grandes amores e dezenas de prazeres?
A gente vai vivendo e, às vezes, esquece que a vida não é o tempo que a gente passa nela.
Mas, o que a gente faz e sente em quanto o tempo vai passando.
Dizem que a vida é curta, mas isso não é verdade.
A vida é longa pra quem consegue viver pequenas felicidades.
E, essa tal felicidade vive aí disfarçada, como uma criança traquina brincando de esconde-esconde.
Infelizmente, às vezes não percebemos isso.
E passamos a nossa existência colecionando “nãos”.
A viagem que não fizemos;
O presente que não demos;
A festa a qual não fomos.
A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador.
Quando se é piloto e não passageiro, pássaro e não paisagem.
Como ela é feita de instantes não pode e não deve ser medida em dias ou meses mais, em minutos e segundos.
A vida é agora.
Recebido por e-mail

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22 de jul. de 2009

Viagem de Final de Semana

Nosso companheiro de TRIBO DO ASFALTO o Gerson e sua garupa Rosane, fizeram uma viagem muito boa neste final de semana que passou..
A viagem de ida teve o seguinte roteiro: Curitiba, Ponta Grossa, Ourinhos (pernoite), Jaú, Bauru, Araraquara, Ribeirão Preto (SP) (883 km).A volta: Ribeirão, São Paulo (via Anhanguera e Bandeirantes), Registro (pernoite), Curitiba e Joinville (854 km).
O segundo caminho (conforme o Gerson), além de mais curto é melhor, pois todo o percurso é duplicado.Para quem não sabe, há pedágio em todo o trecho da Régis Bitencourt entre SãoPaulo e Curitiba. Mas o valor é de R$ 0,75 (moto).
Em Ourinhos ele chegou a pagar R$ 5,30.
Não houve nenhum problema mecânico e só pegaram chuva num pequeno trecho antes de Curitiba.
A temperatura em Ribeirão Preto no final de semana estava em 31 graus.
Valeu Gerson, mais kms na motocicleta e mais recordações boas da vida..

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